Assim disse nosso querido William Shakespeare; Mas ele não soube dizer qual o mais idiota...
O louco, que tão bobo é, não é tão mais idiota que um poeta, que se sentindo tão só, entrega-se a rimas e versos para completar-se. O amoroso que mesmo sendo tão dócil, pode ser, muitas vezes, mas valente e perigoso que um leão. Todos como um só, nos despertam uma alma voraz. Seremos loucos, amorosos e poetas. Seremos babacas. Seremos o que somos.
Seremos então somente uma vez?
Uma vez só. Pois é assim que comporta-se alguém apaixonado. E uma pessoa se apaixona somente uma vez para um amor real. O resto? O resto é fantasia, pode ser bom, mas é passageiro.
Age como um bobo, um tolo.
Sente igual a um poeta, qualquer coisa pode ser um elogio ou um golpe.
Amorosos, sempre somos. Olhamos a cada dois segundos para vermos se nosso amor está respirando, só por medo de perdê-lo; Não desgrudamos. Não conseguimos viver só. Não conseguimos fazer nada quando está por perto, porque a única coisa que importa é o seu amor.
Então a vida nos ensina a cada dia que ficamos cada dia mais idiotas, idiotas por amor.
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